You don’t watch the Zohan
agosto 21st, 2008 por iskilo666
Antes do cast de hoje anoite, resolvi falar desse filme que já saiu na net a um tempo e eu tive a infelicidade de assistir.
Estava aguardando prum cast de releases, mas como estamos adiando até a FW voltar, e saiu filmes mais interessantes pra assistir, vai por aqui mesmo.
No geral só digo uma coisa, se não te apetece a idéia de ver Adam Sandler esfregando seu orgão genital em senhoras num salão de beleza, ou pior, “fornicando” com sua mãe (!!). Fuja desse filme, eu parei de assistir na metade, estava tão ruim, que nem o final mais apoteótico de todos mudaria minha opnião.
Copiei e colei uma crítica do Omelete, na qual eu concordo muito com o que o cara disse:
Antes de começar a crítica em si, um pouco dos bastidores da Cozinha: quando chegou o convite para a cabine de imprensa de Zohan - O Agente Bom de Corte (You Don’t Mess With the Zohan, 2008), Érico Borgo disse que quando estava em Los Angeles para as entrevistas do Agente 86, vários outros jornalistas que já tinham visto a comédia do Adam Sandler estavam elogiando, dizendo até que era mais engraçada do que a protagonizada pelo Steve Carell. E eu acreditei!
Caí no conto de que a participação do “midas” Judd Apatow como co-roteirista, ao lado do próprio Sandler e Robert Smigel, poderia realmente elevar o nível. Ledo engano. Logo nos primeiros minutos já somos assolados por close-ups da requebrante região pubiana do protagonista e dois objetos (uma bolinha de areia e um peixe, se você quiser saber com precisão) se encaixando entre as nádegas de Zohan (Sandler), herói do exército israelense que está curtindo as férias na praia quando é chamado para uma nova missão.
De volta ao quartel, ele fica sabendo que Fantasma (John Torturro), terrorista palestino que ele tinha acabado de capturar, foi trocado por espiões do seu país e ele deve ir atrás do seu arqui-rival mais uma vez. O que ninguém sabe é que Zohan nutre secretamente o sonho de se tornar um cabeleireiro, e o novo confronto é a oportunidade perfeita para ele forjar sua própria morte e fugir para Nova York, longe daquela guerra sem fim e mais perto do seu ídolo, o “hair-designer” Paul Mitchell.
Lá no fundo, a comédia tem um teor político, criticando o eterno conflito entre palestinos e israelenses, e propondo uma solução, já que em Nova York os grupos co-habitam harmoniosamente a vizinhança do Brooklyn. Nestes momentos em que o texto sobrepõe o humor físico é que surgem seqüências genuinamente engraçadas, como o disque-hezbollah, a participação do ex-tenista John McEnroe e a tentativa de um advogado em negociar com um comerciante árabe. Pena que são tão poucos e acabam ficando soterrados pelo pastelão, principalmente os que acontecem no salão comandado por Dalia (interpretada pela linda Emmanuelle Chriqui).
“Mas se é tão ruim quanto você diz, senhor crítico-de-araque, me explique então por que fez tanto dinheiro“, alguém vai me escrever daqui a alguns minutos. Bom, o motivo é o de sempre: tem o seu público. E eles que me desculpem, mas ver alguém reacendendo os desejos sexuais de um grupo de dercisgonçalves não é o tipo de humor que eu gosto.
Fonte: http://www.omelete.com.br/





















































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Me sobra mais tempo pra ver a terceira temporada de Prison break então.. Valeu iskilo…
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Eu tive a infelicidade de ver isso, na minha opinião o filme é podre, não recomendo pra nimguém assistir…
Esse realmente foi o pior filme do ano , assisti 22 minutos e não aguentei , é pior que os filmes do Didi Mocó .
Não sei como o Adam Sandler se sujeita a participar de uma produção assim.
Assisti a poucos Filmes dele , o único que me lembro foi Click , e esse é muito bom.
Abraços
Olha… eu vi esse filme há uns 3 das e é muito sem noção. Ou melhor, totalmente sem noção. Dessa vez Adam Sandler se superou e isso não é um elogio.
Pra quê tanto esfrega-esfrega? o_O
Claro que tem seus momentos de risadas.
Bom, devido aos comentários estou excluindo esse filme da minha lista…
Adam Sandler é muito massa, não consigo me lembrar de algum filme dele q não tenha gostado, mas esse aí me parece sem noção mesmo!!! Me pouparam 2 horas da minha vida… Hehehehehehe… Valew…
Isso é desculpa d quem não entende as piadas, estão precisando um pouco mais de cultura e talvez ler umas noticias talvez…
Véi, as piadas até que eram engraçadas, sobre a disputa dos Palestinos e tals, (a cena dele falando pros pais que quer ser cabeleireiro é genial) o problema é a apelação que fica nas cenas ultranojentas de sexo, e a necessidade do filme de mostrar as partes íntimas de Adam Sandler, sejam cobertas ou não.
Se vc viu uma piada interessante nas cenas de esfregação no salão de beleza, ou curtiu quando apareceu ele transando com a mãe do cara (quase vomitei nessa cena), gosto é livre né..
Sobre isso, tem algo que esqueci de citar, o diretor Judd Apatow, que participou da produção desse filme, já tinha feito um ótimo trabalho em Superbad, o que na minha opnião cai por baixo na versão UNRATED que saiu no DVD, em que as cenas da tara do personagem por pênis, entre outras cenas no mesmo estilo, deixaram o filme meio que repugnante. Pelo visto, Judd Apatow tem é um bom editor, que sabe lapidar seus filmes, e tirar seus desvairamentos.
Aqui segue uma outra critica que nao tinha visto antes desse post, do Tiago Siqueira do Cinema com Rapadura, pra ele dar ZERO pra um filme, é pq esse merece muito ser apedrejado: http://tinyurl.com/6romwv
Também achei o filme péssimo, porém ainda não foi tão ruim quanto o guru do amor!!
Aquilo é muito pior!!